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Hospital de Base faz mutirão na área da urologia – Agência Brasília

Depois do sucesso da realização dos procedimentos na hemodinâmica, que atendeu 46 pacientes na última semana, cerca de 40 pacientes estão sendo beneficiados nesta semana pela força-tarefa promovida pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) para atender quem espera por procedimento urológico.

De acordo com o gerente geral de assistência do Hospital de Base (HB), Lucas Seixas, a ideia é continuar com o trabalho de desospitalização (forma de acelerar a recuperação de pacientes e racionalizar o uso de leitos hospitalares) dos pacientes.

“Temos inúmeros pacientes hospitalizados com patologias que requerem que os procedimentos sejam realizados com a maior celeridade possível a fim de que sua saúde não fique ainda mais comprometida. Por isso, estamos trabalhando na forma de mutirão para que possamos dar as respostas para a população para que casos que estejam em uma fase curativa não passem para atendimento paliativo”, destaca Lucas.

O médico urologista, Guilherme Coaracy, destaca que no início da pandemia o fluxo de atendimentos cirúrgicos estava sendo mantido, porém, com o aumento dos casos, foi preciso realizar a diminuição dos procedimentos. “A pandemia impactou na prestação de serviço de várias maneiras. Mas, agora com a força-tarefa conseguiremos tirar os pacientes represados em fila, principalmente no pronto-socorro, e com doenças como câncer urológico que estavam aguardando”, destaca o médico.

O motorista Giordano Guerra Santiago, 43 anos, que aguardava um procedimento de retirada de pedras na bexiga há pouco mais de dois meses, foi um dos contemplados pela força-tarefa.

“Logo que o diagnóstico foi definido, o médico me falou sobre a possível demora do procedimento devido à pandemia. No entanto, essa ação que o HB está realizando me trouxe alívio já que meu caso não sofrerá piora”, comemora.

O diretor-presidente do Iges-DF, Sergio Luiz da Costa, acentua que até dezembro todas as especialidades cirúrgicas devem ser contempladas pelas forças-tarefa. “Para minimizar os agravos em decorrência da pandemia vamos continuar desenvolvendo essas ações justamente por estarmos cientes que as patologias não Covid não deixaram de existir”, conclui.

Para o desenvolvimento das ações de mutirão, a superintendência operacional do Hospital de Base está a postos. Insumos, almoxarifado, núcleo de mobilidade, transportes, gestão de leitos, e equipes assistenciais trabalham diuturnamente para que tudo corra a contento. Nas próximas semanas, os mutirões serão de ortopedia, oftalmologia, otorrinolaringologia, além da oncologia, cardiopatias e neurologia.

*  Com informações do Iges-DF

Fonte: Agência Brasília

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