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Doria e Sabesp são denunciados na Comissão Interamericana de Direitos Humanos

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09 SETEMBRO

09 SETEMBRO Fonte: Agência Brasília

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Deputados e entidades falam que diminuir a pressão do fornecimento de água para bairros da periferia está causando uma situação grave

Deputados da Bancada Ativista da Alesp entraram, nesta segunda-feira 27, com uma representação na Comissão Interamericana de Direitos Humanos contra o governador João Doria (PSDB) e a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp).

Os deputados argumentam que a prática do governo e da empresa de reduzirem a pressão do fornecimento de água para bairros da periferia da cidade de São Paulo gera uma situação grave em meio à pandemia do novo coronavírus.

“Durante os 4 meses da pandemia do novo coronavírus, a Coalizão pelo Clima, movimento social suprapartidário em conjunto com a Mandata da Bancada Ativista, realizou um importante trabalho de levantamento das comunidades que sofrem racionamento de água”, justifica a denúncia.

“Essa situação é grave, urgente e irreparável de violação dos direitos à vida e à integridade física dos moradores dos bairros Jardim Monte Azul, Paraisópolis, Butantã, Parque Cocaia, Jardim São Luiz e Jardim Elisabeth II, por terem acesso limitado à água durante a crise de saúde causada pela pandemia de Covid-19”, diz.

Segundo a própria Sabesp, a redução de pressão é uma medida adotada desde 1997 para reduzir perda de água por vazamentos. A prática foi intensificada com a crise da água que o estado enfrentou em 2016. A Sabesp admite, também,  que a redução de pressão resulta em falta de abastecimento principalmente nas chamadas pontas de rede e/ou áreas altas de topografia elevada.

No texto, os parlamentares dizem que no ano de 2019 o número de queixas por falta de fornecimento de água potável aumentou 31,1% na cidade de São Paulo, em comparação com o ano anterior, passando de 66.253 para 86.829 reclamações direcionadas à Sabesp.

Os deputados dizem que tentaram por diversas vezes contato com a Sabesp sobre o tema, mas nunca resolveram o problema.

A denuncia é assinada também pela Coalizão pelo Clima, Associação Brasileira de Juristas pela Democracia, ONDAS – Observatório Nacional dos Direitos à Água e ao Saneamento, Grupo Tortura Nunca Mais – SP, Torcida Jovem do Santos, Fórum em Defesa da Vida, Padre Jaime Crowe, Instituto da Advocacia Negra Brasileira, Poetas Ambulantes, Viração Educomunicação, Vivo Morro Grande, Agência Solano Trindade, Ocupe & Abrace, Centro de Estudos Periféricos, Instituto Ação Geral, Rede Emancipa, Coletivo Juntos e Coletivo Feminista Juntas.

Fonte: Agência Brasil

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