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MIT e Microsoft criam algoritmo para linkar pinturas antigas; entenda

Todo mundo j viu uma imagem ou obra de arte que, rapidamente, fez pensar em alguma outra coisa. Muitas vezes no sabemos explicar por que essa ligao feita, mas algo nos dois objetos responsvel por isso. s vezes a cor, a forma ou at mesmo um tema semelhante.

Pensando nisso, pesquisadores do MIT e da Microsoft desenvolveram um algoritmo que combina pinturas do Museu Metropolitano de Arte, em Manhattan, e do Riksmuseum, em Amsterdam por meio dessas conexes ocultas. A inspirao foi uma exposio de museu holands que uniu pinturas de autores diferentes por interpretaes ou estilos semelhantes, como os quadros abaixo, no qual o homem e o cisne esto com posturas semelhantes.

O algoritmo capaz de encontrar imagens semelhantes a uma selecionada a partir de uma consulta rpida. O exemplo mostrado foi de um vestido azul e branco. Ao ser utilizado, o software encontrou imagens em duas vertentes diferentes. Uma delas foi buscar fotos de trajes de culturas diferentes, enquanto a outra procurou figuras semelhantes em outros tipos de arte, como cermica, pintura, entre outras.

obra-vestido.png

O MosAIc, como foi chamado, precisa apenas de uma imagem para encontrar outras estilsticas semelhantes. Segundo Mark Hamilton, principal autor do projeto, o maior desafio foi fazer o algoritmo encontrar no apenas imagens semelhantes em cor e estilo, mas tambm em significado e tema. Para conseguir isso, foi utilizado uma estrutura de dados chamada K-Nearest Neighbor, que coloca as vrias imagens em uma estrutura em forma de rvore, ligando-as conforme a semelhana.

Alm disso, os pesquisadores descobriram que esse mtodo pode ser aplicado para descobrir limitaes dos algoritmos de deepfake baseados em Rede Gerativa de Adversrias e onde eles falham. Apesar disso, ainda no est claro se ele pode determinar qual imagem a original e qual a falsa.

Desenho perdido de Picasso

Pablo Picasso um dos pintores mais reconhecidos do mundo todo. Suas obras abstratas e com propores distorcidas marcaram poca para as artes. Porm, um novo desenho do artista foi descoberto por acaso. Quando utilizava imagens de raios X para entender um pouco mais da obra “Natureza Morta”, uma equipe do Instituto de Arte de Chicago (EUA) acabou se deparando com o rabisco perdido.

Segundo a equipe, no era incomum que Picasso pintasse sobre obras antigas, mas geralmente incorporava alguns detalhes no novo trabalho. Nesse caso, porm, o artista tampou totalmente o rabisco anterior com uma “espessa camada branca” de tinta antes de iniciar a obra definitiva. Como resultado, “nenhuma evidncia da composio anterior” visvel na tela, acrescentaram os pesquisadores.

Via: The Next Web

Fonte: PMDF

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