Dono da SAF do Botafogo, Textor defende profissionalização de árbitros

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O americano John Textor está no Brasil e, nesta quinta-feira, se reuniu com o chefe de arbitragem da CBF, Wilson Seneme. O dono da SAF do Botafogo rechaçou que tenha ido fazer pressão após a polêmica no Beira-Rio contra o Internacional.

“Tive uma grande reunião com o chefe de arbitragem. Teve uma situação específica no jogo passado, essa questão já terminou, teve a responsabilização adequada, vira um bom exercício profissional para aquela pessoa. Ficamos satisfeitos com a decisão da CBF antes de aparecermos lá”, disse o empresário ao SporTV.

Textor revelou que se reuniu com o objetivo de buscar alternativas para a arbitragem e disse que concorda com a profissionalização dos árbitros: “A reunião teve a ver com dar o próximo passo. Se estamos tentando criar uma nova liga, se pudermos pegar as lições e levá-las adiante… acho que os juízes têm de ser pagos em tempo integral”.

“O juiz pode olhar para a posição dos jogadores, podem ser vistas pela primeira vez certas situações por causa da variabilidade do futebol. No Brasil, não acontece isso, porque os juízes têm outro emprego. Deveriam ser bem pagos em tempo integral, ver os VTs e melhorar entre os jogos. Tivemos uma boa conversa. Acho que isso é legal no Brasil, podemos limpar a mesa e começar do zero”, acrescentou.

John Textor, que também falou sobre as negociações, ficará no Rio de Janeiro nos próximos dias e marcará presença no Estádio Nilton Santos neste domingo, às 16 horas (de Brasília). O Botafogo disputará clássico contra o Fluminense, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro.

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