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Secretaria de Saúde investiga caso suspeito de varíola dos macacos no DF

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“Assim que os primeiros casos foram registrados no Brasil, o Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (Cievs) do DF emitiu um alerta epidemiológico às unidades da atenção primária e hospitalares das redes pública e privada”, diz a secretaria.

 

A pasta informou que também notificou o Ministério da Saúde de um caso suspeito em investigação inicial de hepatite de origem desconhecida. “Trata-se de uma criança, faixa etária de 5 a 9 anos e está em bom estado de saúde, realizando acompanhamentos ambulatorial”, informou.

A Secretaria de Saúde diz que “segue atenta e monitorando os casos, até que saiam os resultados laboratoriais”. Até o momento, a capital não tem casos confirmados de varíola dos macacos.

Até a tarde desta terça-feira (21), o Ministério da Saúde confirmou oito casos de varíola dos macacos no país:

  • São Paulo: 4
  • Rio Grande do Sul: 2
  • Rio de Janeiro: 2

 

Segundo a pasta, outros seis casos permanecem em investigação: São Paulo (1), Rio de Janeiro (3), Acre (1), Ceará (1) e Rio Grande do Sul (1). Todos os pacientes estão isolados e em monitoramento pela Sala de Situação e Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) Nacional.

Os sintomas iniciais costumam ser:

  • febre
  • dor de cabeça
  • dores musculares
  • dor nas costas
  • gânglios (linfonodos) inchados
  • calafrios
  • exaustão

 

Dentro de 1 a 3 dias (às vezes mais) após o aparecimento da febre, o paciente desenvolve uma erupção cutânea, geralmente começando no rosto e se espalhando para outras partes do corpo.

As lesões passam por cinco estágios antes de cair, segundo o Centro de Controle de Doenças (CDC) dos Estados Unidos. A doença geralmente dura de 2 a 4 semanas.

O uso de máscaras, o distanciamento e a higienização das mãos são formas de evitar o contágio pela varíola dos macacos. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) reforçou a adoção dessas medidas, frisando que elas também servem para proteger contra a Covid-19.

“Tais medidas não farmacológicas, como o distanciamento físico sempre que possível, o uso de máscaras de proteção e a higienização frequente das mãos, têm o condão de proteger o indivíduo e a coletividade não apenas contra a Covid-19, mas também contra outras doenças”, disse a agência.

Fonte: G1





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