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Mãos Dadas recupera espaços públicos e Varjão fica de cara nova

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Em dois meses o projeto Mãos Dadas já passou por 18 RAs |Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília

Destinado à ressocialização de presos que cumprem pena no regime semiaberto, o programa Mãos Dadas passou pelo Varjão ao longo da última semana. Uma equipe de reeducandos atuou em serviços como a manutenção e a preservação de espaços públicos.

A cidade ficou de cara nova após receber a pintura de meios-fios, a limpeza de bocas de lobo e o recolhimento de lixo. Atividades que trazem mais qualidade de vida para a região administrativa, conforme destaca o administrador Lúcio Rogério.

“Estamos muito felizes com o projeto, tanto pelo resultado para os presos como para a cidade. A presença deles ajudou no embelezamento da cidade e espero que voltem mais vezes”, destaca.

A comerciante Rayanne de Melo vê dois benefícios no programa: a inserção dos presos e a limpeza da cidade

Segundo o gestor, o Varjão dispõe de quatro profissionais fixos para cuidar da manutenção da cidade. Com a presença dos reeducandos, os serviços foram acelerados. “Quando vem essa ajuda, a cidade se sente melhor. O que nós levaríamos um mês para fazer eles fazem em uma semana”, observa.

Trabalho que também é elogiado pela comerciante Rayanne Alves de Melo, de 26 anos. “Acho bastante importante porque insere, aos poucos, essas pessoas novamente na sociedade, além de contribuir para a limpeza da cidade, que é algo que realmente precisamos que seja feito sempre”, aponta.

Paralelo ao trabalho feito no Varjão, outra equipe do Mãos Dadas atuou na manutenção e limpeza de bocas de lobo ao longo das vias da Esplanada dos Ministérios. Nesta semana, o serviço será feito nos Eixos W e L da Asa Sul.

Mãos Dadas

O projeto Mãos Dadas é uma iniciativa da Secretaria de Administração Penitenciária (Seape). O objetivo é contribuir com a ressocialização de reeducandos que, atualmente, cumprem pena no Centro de Progressão Penitenciária (CPP). Por meio da prestação de serviços relevantes à sociedade, voltados à manutenção de áreas e equipamentos públicos, os internos conseguem remir suas penas e alcançar a tão sonhada reinserção na sociedade.

Desde que foi retomado, em fevereiro deste ano, o projeto já passou por 18 regiões administrativas.

 

Fonte: Agência Brasília

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