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Monitoramento do estado nutricional na Atenção Primária

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Arte: Secretaria de Saúde

A Gerência de Serviços de Nutrição (Gesnut) da Secretaria de Saúde lançou neste mês o Boletim Informativo sobre o estado nutricional da população acompanhada pela Atenção Primária à Saúde (APS) no Distrito Federal. Os dados referem-se ao período de 2015 a 2020 e foram gerados pelo Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (Sisvan), do Ministério da Saúde.

Os resultados são apresentados por faixa etária, além de gestantes. A avaliação é feita com base no Índice de Massa Corporal (IMC), indicador utilizado para avaliar a proporção do peso e altura dos indivíduos. “O IMC é reconhecido como o indicador padrão internacional para diagnóstico do estado nutricional – magreza, eutrofia, sobrepeso e obesidade”, explica a gerente de Serviços de Nutrição, Carolina Gama.

Segundo ela, esse monitoramento é importante, pois várias doenças estão relacionadas ao estado nutricional. Carolina cita como exemplos diabetes e hipertensão, que estão associadas ao sobrepeso e à obesidade.

Os idosos registraram um aumento percentual em 2020 em relação a 2015, sendo que 55% deles estão com excesso de peso

Resultados

No grupo de crianças de 0 até 5 anos, houve uma redução do excesso de peso nos últimos seis anos. Esse é um marco positivo, pois, de acordo com a gerente da Gesnut, crianças que estão acima do peso têm maiores chances de desenvolver doenças crônicas na idade adulta, tais como obesidade, diabetes e hipertensão.

Já na faixa etária de 5 a 10 anos, aumentou tanto o excesso (28% dessa população) quanto o déficit de peso (em torno de 6%). “O preenchimento dos dados dos marcadores de consumo alimentar do Sisvan é escasso, o que nos impede de fazer correlações ao estado nutricional, mas ao relacionar os achados com estudos e pesquisas nacionais, observa-se tanto o aumento do consumo de alimentos ultraprocessados como a redução dos alimentos saudáveis, tais como frutas, legumes e verduras”, aponta Carolina.

Entre os adolescentes, nota-se que nos anos avaliados, no geral, houve crescimento percentual no que tange ao excesso de peso (em torno de 35%) e manutenção no déficit (em torno de 4%).

O percentual de adultos acima do peso foi o maior verificado entre os grupos acompanhados (em torno de 70%). Já o déficit, apresentou o menor valor quando comparado aos demais anos avaliados (1,9%).

Os idosos registraram um aumento percentual em 2020 em relação a 2015, sendo que 55% deles estão com excesso de peso. Quando verifica-se o déficit, nota-se que mais de 10% estão nessa condição.

No grupo de gestantes, constata-se aumento no excesso de peso e redução no déficit. Entre os públicos analisados, elas apresentaram o maior percentual no tocante ao déficit de peso (14,55%). Esse dado traz um alerta, de acordo com a gerente da Gesnut, pois “o baixo peso durante a gestação pode estar associado a carências nutricionais e pode resultar em parto prematuro e outras complicações”, alerta.

Boletim

O boletim sobre o estado nutricional da população acompanhada pela Atenção Primária é uma atitude de vigilância e tem por objetivo  subsidiar os gestores da SES e os profissionais de saúde para que  planejem ações mais efetivas de promoção da saúde e  prevenção de doenças não transmissíveis. Além disso, visa promover uma reflexão na população em relação ao autocuidado e ao cuidados de seus familiares.

Carolina ressalta que o panorama apontado pelo boletim se refere à população acompanhada pela atenção primária e não reflete a população do Distrito Federal como um todo.

A publicação será produzida anualmente pela Gerência de Serviços de Nutrição (Gesnut), subordinada à Subsecretaria de Atenção Integral à Saúde (Sais), da SES/DF, trazendo informações relacionadas ao estado nutricional dos indivíduos acompanhados pela APS no Distrito Federal.

*Com informações da Secretaria de Saúde

Fonte: Agência Brasília

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