
Por Denise Oliveira.
O secretário da Família, Rodrigo Delmasso, reforçou a importância da continuidade de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento econômico do Distrito Federal. Em declaração recente, ele destacou que projetos estruturantes não devem ter “dono”, mas sim pertencer à população.
Segundo Delmasso, o Banco do Povo foi idealizado como uma ferramenta estratégica de fomento à economia local, com foco na inclusão produtiva. A proposta tinha como objetivo oferecer crédito acessível a pequenos empreendedores, estimular a formalização de trabalhadores informais e fortalecer quem deseja produzir e gerar renda no DF.
“O Banco do Povo foi pensado para transformar a vida de milhares de famílias, tirando pessoas da informalidade e dando condições reais para que possam trabalhar e crescer”, afirmou o secretário.
De acordo com ele, um dos principais desafios da gestão pública no Brasil é a descontinuidade administrativa. Delmasso aponta que, após a mudança de governo, o projeto acabou sendo deixado de lado, interrompendo uma engrenagem que já estava estruturada para impulsionar a economia local.
Para o secretário, políticas públicas eficientes precisam ser tratadas como políticas de Estado — com planejamento de longo prazo e compromisso institucional — e não como iniciativas pontuais de um governo temporário.
A defesa da retomada de projetos estruturantes, como o Banco do Povo, reforça o debate sobre a importância da estabilidade e da continuidade administrativa para garantir desenvolvimento econômico sustentável e mais oportunidades para a população do Distrito Federal.