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Destino de veto da dosimetria passa por Messias, diz relator

Destino de veto da dosimetria passa por Messias, diz relator


O relator da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal, Weverton Rocha (PDT-MA), afirmou que a proximidade entre a votação do veto do presidente Lula (PT) ao PL da Dosimetria e a sabatina do ministro da AGU pode favorecer o indicado do petista.

“Acredito muito que essa proximidade da votação para tratar os vetos da dosimetria com a sabatina vai ajudar a arrefecer, no final das contas, um pouco os ânimos, porque a oposição precisa definir qual é a sua prioridade: derrotar o ministro indicado pelo governo ao Supremo ou avançar na derrubada do veto da dosimetria”, disse.

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Senador Weverton (PDT-MA)

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

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Jorge Messias agradeceu a Malafaia por defesa da prerrogativa em indicaçao ao STF

Hugo Barreto/Metrópoles

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Senador Weverton Rocha (PDT-MA) admite ter feito indicações políticas no INSS

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

Segundo Weverton, a postura da oposição durante a sabatina, marcada para quarta-feira (29/05), servirá como parâmetro para a base governista na votação do veto, prevista para o dia seguinte.

“Conheço vários senadores mais independentes ou próximos do governo que estão inclinados a votar a dosimetria para encerrar esse assunto. Mas isso também depende da correlação de forças e do tratamento dado. Resumindo, haverá reciprocidade no comportamento de quinta em relação à quarta”, completou.

A indicação de Messias será analisada inicialmente pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde precisa ser aprovada por maioria simples dos senadores presentes.

Depois, segue ao plenário do Senado, onde é necessária maioria absoluta,  41 votos favoráveis. Weverton estima cerca de 45 votos a favor de Messias.

A votação da sabatina ocorrerá na quarta-feira. No dia seguinte, o Congresso Nacional analisará o veto ao PL da Dosimetria.

Para derrubar o veto, são necessários os votos da maioria absoluta de deputados e senadores, o que equivale a 257 deputados e 41 senadores.

A oposição e até lideranças governistas avaliam risco de derrota do Planalto na votação.



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