O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, inaugurou nesta segunda-feira (16) a nova Unidade de Polícia Penal Regional de Caldas Novas, no sul do estado. Com investimento de R$ 48 milhões, custeado pelo Tesouro Estadual, a estrutura passa a integrar a política de expansão do sistema penitenciário goiano.
A nova unidade tem capacidade para 400 internos e eleva para cerca de 2 mil o número de vagas criadas durante a atual gestão. O objetivo, segundo o governo, é reduzir a superlotação, melhorar as condições de custódia e fortalecer o controle sobre a população carcerária.
Durante a entrega, Caiado destacou que o presídio foi planejado com foco duplo: garantir segurança e possibilitar a reintegração social dos detentos. A unidade segue padrões modernos de construção e operação, buscando aliar rigor no controle interno com condições adequadas para o cumprimento da pena.
O secretário de Segurança Pública, Renato Brum, afirmou que a ampliação da estrutura contribui diretamente para o fortalecimento da segurança pública, além de oferecer melhores condições de trabalho aos policiais penais. Já o diretor-geral da Polícia Penal, Josimar Pires, ressaltou que o modelo adotado dificulta a entrada de materiais ilícitos e impede que atividades criminosas sejam coordenadas a partir do interior do presídio.
A obra foi executada com o método construtivo moldado in loco, que permite maior agilidade na execução ao produzir elementos estruturais diretamente no local. O complexo também conta com recursos tecnológicos, como sistema de monitoramento por câmeras, automação no abastecimento de água e controle inteligente dos reservatórios.
A cerimônia de inauguração reuniu autoridades do Executivo, do Judiciário e do Ministério Público. O prefeito de Caldas Novas, Kleber Marra, destacou a importância da atuação conjunta entre os poderes para o avanço das políticas de segurança no município.
Com a entrega da unidade, o governo de Goiás reforça a estratégia de ampliação do sistema prisional, combinando aumento de vagas, modernização da infraestrutura e investimento em tecnologia para aprimorar a gestão penitenciária no estado.